A Dieta “Paleo” não abranda apesar da desaprovação por parte das entidades oficiais
A Dieta Paleo, também conhecida como Dieta do Paleolítico ou Dieta do Homem das Cavernas, está a ser cada vez mais popular. Apesar de entidades oficiais de saúde desaprovarem, pelo seu caráter restritivo e extremo, continuam a ser divulgadas, por todo o mundo, várias versões de planos alimentares desta dieta.
Esta dieta é baseada na ingestão de alimentos com pouca gordura e não processados, onde se evitam os lácteos, as leguminosas e se permite o consumo de carne e peixe não processados, de frutos secos, saladas e sementes.
A Associação Britânica de Dietistas condena esta dieta. “Uma dieta com poucos alimentos processados, menor ingestão de açúcar e sal poderá ser uma boa ideia, mas não havendo restrição médica, não existe necessidade de cortar radicalmente nenhum grupo de alimentos da nossa alimentação” diz um responsável desta Associação.
O facto é que os produtos que apresentam alegações dirigidas a aderentes da Dieta Paleo têm ocupado cada vez mais as prateleiras de muitos supermercados. De 2015 para 2016, houve um crescimento de 13% nos Estados Unidos, 14% na Alemanha e 10% no Reino Unido, no que respeita ao lançamento de novos produtos.
(Fonte: Food Ingredients First 2017)
Esta dieta é baseada na ingestão de alimentos com pouca gordura e não processados, onde se evitam os lácteos, as leguminosas e se permite o consumo de carne e peixe não processados, de frutos secos, saladas e sementes.
A Associação Britânica de Dietistas condena esta dieta. “Uma dieta com poucos alimentos processados, menor ingestão de açúcar e sal poderá ser uma boa ideia, mas não havendo restrição médica, não existe necessidade de cortar radicalmente nenhum grupo de alimentos da nossa alimentação” diz um responsável desta Associação.
O facto é que os produtos que apresentam alegações dirigidas a aderentes da Dieta Paleo têm ocupado cada vez mais as prateleiras de muitos supermercados. De 2015 para 2016, houve um crescimento de 13% nos Estados Unidos, 14% na Alemanha e 10% no Reino Unido, no que respeita ao lançamento de novos produtos.
(Fonte: Food Ingredients First 2017)

